Para reflectir (durante as férias ou durante o fim de semana, ou durante o resto da vida...)

O Rei Sábio por Kahlil Gibran

Era uma vez um rei, na longinqua cidade de Wirani, que governava os seus súbditos com sabedoria e poder.

Era temido pelo seu poder, amado pela sua sabedoria.

No centro da cidade havia um poço de água fresca e cristalina, de onde bebiam todos os habitantes, incluindo o rei e os seus cortesãos, porque não havia outro poço.

Certa noite, enquanto todos dormiam tranquilamente, entrou na cidade uma bruxa e derramou no poço sete gotas de um estranho líquido, dizendo: De hoje em diante quem beber deste poço ficará louco.

Na manhã seguinte, todos os habitantes do reino, menos o rei e o seu ministro, beberam a água do poço e enlouqueceram como a bruxa tinha dito.

Durante todo aquele dia, nas ruelas e mercados e praças, não se fazia outra coisa senão murmurar:

O rei está louco, o rei está louco.
O nosso rei e o ministro perderam a razão.
Não podemos suportar ser governados por um rei louco.
Temos que o derrubar do trono.

À noite o rei mandou encher com água do poço um grande vaso de oiro.

Trouxeram-lho, ele bebeu ávidamente e passou o vaso ao seu ministro para que ele também bebesse.

E na grande cidade de Wirani houve no dia seguinte grande alegria, porque o rei e o seu ministro tinham recuperado o juízo.

Açores 2008

Aos buquados, para descontrair, e sabido que é o meu gosto por fotografia e pelos Açores, imagens maravilhosas do Faial, Pico, Santa Maria e S. Miguel;)
1- Vista da Praia do Almoxarife para o Pico (de cortar a respiração... e começar de novo); 2- Pico (escuso citar o slogan publicitário, lol); 3- Santa Maria- Praia Formosa; 4- Baía da Horta (a mais linda que conheço, e olhem que já vi algumas); 5- Portas da Cidade em S. Miguel (nessa a fotógrafa foi a mana Cris)

Saboreiem... aos buquados;)





O Aperto Intestinal

O tema que vos gostaria de propor não são os filmes de terror. No entanto este tema provoca também arrepios, suores, sofrimento e até poderia dizer-se que este tema é para um tipo se cagar de medo.

Sim, hoje vou falar do aperto intestinal. Aquele que nunca o tenha sofrido será um desses ignorantes que pensa que a pior dor é a dor de dentes ou a dor de parto, ou um tiro na barriga, ou uma cólica nervosa ou inclusive a tão conhecida patada nos tomates: aquela em que nos sentimos como se tivéssemos a pele em ferida e nos deitassem sal por cima… no entanto as pessoas que tenham sofrido o aperto intestinal, sabem com certeza daquilo que estou a falar e de certeza que vos ficam os pêlos todos eriçados só de pensar que pode acontecer de novo e a qualquer instante.

Mas a pior coisa relativa ao aperto intestinal é que aparece de surpresa e então ficamos com a certeza de que estamos perdidos.

Imaginem:

Era um sábado à noite e estava eu com os meus amigalhaços num desses festivais de verão. Estávamos a comer cachorros numa dessas roulottes ambulantes. De repente, senti que os intestinos se estavam a mexer, um puxão fez-me contorcer de dor e pensei ingenuamente “Eu consigo resolver esta dor com um bom peido”. Então, dirigi-me disfarçadamente para perto das colunas de som para que a música disfarçasse o ruído da minha incontida ventosidade, mas o sítio das colunas estava abarrotado e como não me podia separar do resto, tive que escolher uma vítima… assim que coloquei as minhas costas junto ao cabrão que estava a micar a minha miúda do meu amigo e... “Toma lá disto, mamão!”. E Zás!

Descobri horrorizado que o meu peido não era totalmente etéreo e gasoso como desejava e tive a certeza que esta noite também não ia ter sexo, mas desta vez porque não o desejasse, mas sim porque por nada deste mundo deixaria que a minha miúda visse o novo tecido estampado das minhas cuecas… e o pior de tudo… sabia que as tinha rasgado…

O meu peido deixou com certeza um caminho expedito a tudo o que vinha atrás. E nisto não há quem vos consiga parar. E de repente soube que no meu organismo se activou uma bomba relógio que já começou com a fatídica contagem decrescente.

Inevitávelmente vai acabar por rebentar. DEZ, NOVE… Nunca desejei tanto na vida ter estado num restaurante… ou melhor ainda… na minha própria casinha. Mas a fatalidade quis que estivesse numa roulotte de cachorros, o tempo é um factor crítico e já não há hipóteses de escolha.

Procurei um w.c. de um café. Quando lá cheguei havia uma fila à porta… SETE, SEIS… passou-me pela cabeça a hipótese de os matar a todos. Decidi que, ao fim e ao cabo, quem é homem sempre aguenta mais um bocado… CINCO… comecei a chorar, a gemer, pus-me de joelhos e supliquei para que me deixassem passar, que era uma verdadeira urgência, a vida ou a merda.

Ignorei as gargalhadas e avancei até me conseguir meter no único cubículo que havia no w.c. À porta faltava-lhe o trinco, mas isso também já pouco importava. Estava contente porque pelos menos havia uma sanita, em vez de um mísero e imundo buraco no chão.

De facto comecei a reparar nos pormenores.

Colocar o meu traseiro sobre o tampo salpicado poderia provocar-me uma úlcera do glúteo ou pelo menos alguma alergia. Ocorreu-me a genial ideia de que poda cobrir aquilo com papel higiénico e então descobri, com horror que efectivamente e tristemente, não havia papel higiénico. E recordei com raiva que o sábio mas desinteressado conselho da minha mãe sobre levar um pacote de lenços de papel no bolso não era afinal assim tão ridículo como me parecia naquela altura. De repente surgiu um raio de luz e esperança quando me lembrei que tinha guardado alguns guardanapos de papel do cachorro quente no bolso.

Os americanos são realmente muito evoluídos! Com toda a razão estão por todo o mundo. TRÊS, DOIS… coloquei rapidamente os guardanapos a cobrir a zona do assento, mas o contacto com a sanita faz com que os guardanapos se dissolvessem e comecei a pensar que aquilo afinal devia estar composto por ácido sulfúrico…


UM e… acabou-se o tempo, baixei as calças com agilidade e desde uma distância razoável apontei com rapidez e… ZERO.

AAAAAAAAAAHhhhhhhhh… Fantástico! Eu era feliz, foi como um orgasmo. A pior coisa é que não pude relaxar e fumar um cigarrito. Alguém bateu na porta e empurrou-a, dei a volta para a segurar com o rabo tentando que as minhas calças não entrassem em contacto com aquele chão, habitat de sapos, cobras e seres uni e pluricelulares variados. Então contemplei um terrível panorama. Se Guilherme Tell tivesse tido a mesma pontaria com o arco do que eu com o rabo, possivelmente o Guilherminho, o seu filho, o autêntico herói da história, teria levado a vida toda uma protuberância em forma de flecha à frente.

Certamente já era tempo de os americanos fabricarem guardanapos de papel maiores. Só existia uma maneira de solucionar aquilo… sacrificar os meus cromos da sorte que tinha guardado na carteira. Sim, eram os meus cromos da sorte, mas morreram a desempenhar um acto de valor… Então, tirei-os para tentar limpar aquele holocausto, mas uma brecha de ar fresco fez com que eu me lembrasse que a primeira coisa era literalmente salvar o meu traseiro.

Não é que tivesse algum ‘tarzan’ ou a família inteira de Chita pendurada cada um nas suas lianas. Mas se eu não o fizesse eles iriam integrar-se nas minhas calças de ganga. Primeiro as prioridades. Utilizei então o meu talismã da sorte para a minha higiene pessoal.

Respirei fundo e a situação agora era a seguinte: As pessoas a baterem à porta, a sanita coroada com uma obra de arte contemporânea, os meus boxers odoríferos segurados pelo meu polegar e o indicador da mão direita…

E eu apenas queria era sair dali o mais rápido possível, então atirei os cromos para dentro da sanita, puxei o autoclismo… e quando vi que a sanita estava entupida e ia transbordar, saí a correr dali sem me dignar a olhar para ninguém cara a cara, agarrei na minha miúda que estava perplexa com a mão direita e ao sair para a rua sabia que àquele lugar nunca mais poderia voltar porque tinha feito borrada… ou melhor… porque o borrei todo.

Meu querido mês de Agosto...

Agosto está a chegar ao fim e com isso o meu "segundo" emprego.

Toco em casamentos. Sim, sou músico aos fins de semana quando não estou a fazer Teatro.

No entanto, já fui convidado para muitos casamentos. Mas sempre que recebo um convite fico aborrecido. Porque sempre que isso acontece é como se tivesse recebido uma multa em casa. Há que abrir os cordões à bolsa.

Mas os casamentos são umas festas autênticas. Sobretudo para algumas mulheres que ficam disfarçadas tipo ovos da páscoa, como aqueles embrulhos brilhantes com enormes laços no chapéu. “Tia? É você ou o Alien VIII?”

O mais impressionante são as bolsinhas diminutas que as mulheres levam para os casamentos.

Que é que elas levarão ali? Apenas um penso higiénico extra plano, não? E sem abas, porque senão dava para vê-las a espreitar pela bolsa...!

Sim, isto dos casamentos é um autêntico fenómeno.

Só há uma coisa que odeio nos casamentos. São as esperas. Ficamos sempre meia hora à porta da igreja com as mãos a suar cheias de arroz. E quando os noivos saem, atiramo-lhe o arroz já cozido e tudo. Agora... o pior são os miúdos! Esses atiram o arroz à cara, com um sadismo!!! “Viste, viste? Acertei-lhe em cheio no olho!!!”

E o coitado do noivo, ali a aguentar. Por outro lado, há quem faça questão de atirar arroz para o decote da noiva, tentando sabe-se lá porquê ir recuperar o arroz que caiu lá dentro. Para quê?

Odeio os casamentos. No último casamento a que fui, nem sequer conhecia a noiva. Quando fui felicitar os noivos, tive que me apresentar:

- Olá, eu sou o Nuno Loureiro, amigo da escola do teu irmão, que andava com a Joana, irmã da minha namorada.
- Ah, muito prazer, obrigada por teres vindo.

Eu já tenho reparado que as noivas no fim da cerimónia, estão tão encandeadas, tão hipnotizadas que nem se apercebem de quem está a falar para elas. Vai dar tudo ao mesmo.

- Emprestas-me uns 5000 euros para pagar a entrada para um apartamento?
- Ah, muito prazer, obrigada por teres vindo.

Ou

- Sou um exibicionista psicótico e estou aqui para te mostrar o pilau.
- Ah, muito prazer, obrigada por teres vindo.

O que mais detesto nos casamentos é o momento da deslocação para o copo d’água. A nossa mãe enfia-nos sempre as nossas tias no nosso carro. E se o carro tiver duas portas, temos que as enfiar aos empurrões lá para dentro. O vestido sobe-lhe até à cintura e vão o caminho todo de pernas ao léu. Mas a elas tudo lhes é engraçado naquele dia:

- Nuno, sobe a janela, uuuuhh, hi hi hi hi hi, estou a despentear-me toda. Segue, segue o tio João, que ele sabe o caminho, uuuuhhhh, hi hi hi hi hi.

Pimba, a fila de trinta e tal automóveis, a tocar a buzina. E se o primeiro carro passar o semáforo ou o cruzamento e deixar os outros para trás... emergência, emergência.

Toda a gente a sacar do telemóvel:

- Atenção, virámos à esquerda, estão a ver o tio João, egggg. Nós estamos a dar voltas à rotunda, eggggg, a ganhar balanço, eggggg, alô estás à escuta, alô estás à escuta... Pato vermelho para Pato azul, perdemos o tio João Tio João, responde... câmbio, escuto, eggggg

É uma autêntica desgraça. E quando chegamos ao restaurante, o tio João já lá está sentado há horas e ainda por cima diz:

- Foda-se, por onde andaram vocês?

A única coisa que está bem organizada nos casamentos é a distribuição dos idiotas: põem um em cada mesa. Mas distribuição da comida é completamente descontrolada. Já estão a trazer a sobremesa e na nossa mesa ainda não chegou o prato do bacalhau.

O melhor de tudo são os fotógrafos. Primeiro que tudo, se não fossem eles, os casamentos não existiam, porque são eles que têm que dar autorização para tudo.

- Vá, entrem na igreja... agora um beijinho... podem sair da igreja... alto... esperem... podem avançar... mais devagar por favor... noivo, ponha uma cara mais alegre, parece que está num enterro... noiva, podia ter disfarçado melhor as olheiras... os padrinhos do noivo podem aproximar-se... vá juntem-se todos... apertem-se mais porque não os apanho a todos... vá... enche o peito de ar quieto não respira... já está...

E está a foto de grupo tirada... a uma distância tão grande que as pessoas da última fila já precisam de uma legenda para serem identificadas...

No copo d’água, o cameraman é o Rei. A câmara aproxima-se e toda a gente julga está num concurso de entretenimento. O idiota, põe um guardanapo na cabeça, o Tio João canta o Vira de Santa Marta e há sempre uma das tias que desata a chorar:

- Meus filhos, desejo que gostem muito um do outro e que vos ameis para sempre...

Caramba, isto é o que acontece no dia mais feliz da vida dos noivos????

O baile é o mais engraçado... os noivos abrem “oficialmente” o baile com uma valsa, mas curiosamente, a maior parte deles não sabe dançar uma valsa... E é no dia mais importante das suas vidas, que toda a gente do restaurante pára para apreciar a falta de coordenação motora dos noivos.

O que eu menos entendo é porque é que os noivos vão de mesa em mesa a perguntar:

- Então que tal? Comeram bem?

Só dá vontade de lhes dizer:

- Olha, não. A comida estava uma porcaria, e ainda por cima fiquei mesmo ao lado da aparelhagem dos músicos.

Mas não. É óbvio que dizemos que tudo estava perfeito. E assim com uma mentira, os noivos começam a sua vida de casados.

Claro que não será a única...

Enfim! E vivam os noivos, mas não me convidem para mais casamentos! Sem ser para tocar, porque tal como disse, sou músico...

Para os homens que lêm o blog...

Hoje vou falar-vos acerca de 7 coisas que NUNCA devemos dizer ou perguntar a uma mulher.

O que dizes não é o que importa, pois a única coisa que importa é quem és.

Porque quem és, é o que define COMO dizes o que dizes.

E das duas uma: ou dizes as coisas de uma forma atraente... ou de uma forma repelente.

E infelizmente a maioria dos homens expressa-se de uma forma repelente que só dá é vontade de fugir às mulheres com quem interagem.

Até pode haver uma certa amizade entre eles, mas intimidade... esquece lá isso.

Este post é para fazer compreender à classe masculina, que basta uma frase que expresse uma falta de qualidade para a mulher se sentir repelida...

...e nunca mais a voltas a ver. Ou então se a vires ela jamais terá interesse em ter uma relação íntima contigo.

Porque essa frase expressou como é a tua personalidade... como funcionas na vida.

Em termos de atracção não se erra. Não se diz ou faz coisas por engano que deixam a mulher repelida e com vontade de se afastar ou de não querer intimidade...

...ou se tem ou não se tem as qualidades. Ou se é ou não se é naturalmente atraente.

Porque quando não se é naturalmente atraente diz-se e faz-se muita coisa que não “resulta”. Que faz a mulher torcer o nariz e afastar-se com uma desculpa qualquer. Que a faz não atender os telefonemas, não responder às mensagens e emails ou não aparecer nos encontros.

Quando não se é naturalmente atraente expressa-se isso através de tudo o que fazemos ou dizemos... porque tudo o que fazemos ou dizemos vem da nossa personalidade e cria na mulher, neste caso, emoções negativas (repelentes).

Nota: é por isso que há tantos homens adeptos dos temas da sedução, manipulação, pickup e mentiras... porque assim conseguem esconder que não são naturalmente atraentes para as mulheres e projectar sê-lo através de truques. Só que não estão a ser autênticos, o que dizem e fazem nada tem a ver com a sua verdadeira e natural forma de ser e personalidade... eles continuam sem ter as qualidades do homem naturalmente atraente, apenas as conseguem fingir ter. Escolheram o caminho fácil... e o caminho fácil é sempre uma expressão de mediocridade e também apenas atrai mulheres falsas. O que não te interessa para nada.



Mas quando se é naturalmente atraente, tudo o que dizes e fazes atrai... porque é feito e dito através das tuas qualidades reais, e criam emoções positivas (atraentes) na mulher.

Mas então quais são as 7 coisas que nunca devemos dizer ou perguntar a uma mulher?

Antes de dizer quais são, lembra-te que esta lista é apenas para te dar uma pequena orientação. Pode salvar-te de algumas oportunidades desperdiçadas, mas não chega para alcançares a relação íntima de qualidade que desejas.

1) “Olha, posso ficar com o teu número / email?”

Posso?!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Uma coisa é ser-se uma cavalheiro e educado... outra coisa é perguntares a uma mulher se tens valor suficiente para merecer e ter o seu contacto (número de telemóvel ou email).

O que é ridículo, porque tu tens sempre valor... para qualquer mulher. Sejas virgem ou não, sejas atraente ou repelente, tu tens SEMPRE valor.

Portanto se queres pedir o número / email a uma mulher não uses a palavra posso como uma criança a perguntar à mãe se pode ficar até às 23h a ver desenhos animados.

Lidera e faz as coisas acontecer. Diz algo do género:

“Hey, dá-me o teu número / email...”

Muito mais poderoso, atraente e masculino. E isto deve ser dito com boa disposição e descontracção... porque não se trata de uma ordem. E também só o dizes depois de teres criado uma pequena ligação verdadeira com a mulher. Isto não é a primeira coisa que se diz a uma mulher que não se conhece de lado nenhum... pela simples razão de que:

Se não a conheces de lado nenhum porque raio é que queres o contacto dela?

Tens de ser selectivo, porque sem selecção não há qualidade. Sem selecção és mais um homem desesperado por validação e sexo, barato e fácil, que cheira mal a kilómetros de distância para as mulheres de qualidade.

2) “Posso-te beijar...?”

Esta ainda é pior que a primeira... porque projecta algo do género:

“Eu sinto-me atraído por ti e quero-te beijar... mas não consigo porque não tenho confiança para isso. Preciso de saber primeiro se mereço o teu beijo.”

Se mereço o teu beijo?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!

Tanto no 1º exemplo como no 2º há uma clara expressão de baixa auto-estima e de insegurança... que são extremamente repelentes.

Se queres beijar uma mulher beija-a. Claro que tem de haver uma ligação entre os dois para isso, um contexto. Mas beija-a.

A questão é esta:

Será que ELA merece o TEU beijo...?


3) “Importas-te que eu te segure na mão?”

Mais uma vez...

Insegurança + Baixa Auto-Estima = Mulher Super Repelida

Se lhe queres segurar na mão segura-lhe na mão e pronto. Perguntares-lhe se mereces segurar-lhe na mão vais apenas fazê-la perceber que lhe queres segurar na mão mas que não tens confiança para o fazer... e que na verdade nem te sentes digno de o fazer.

Mas espera lá... e se a mulher não quiser dar o contacto, não quiser beijar nem quiser dar a mão?! O que é que eu faço??

Simples: não fazes nada.

Porque não a vais obrigar a nada... se ela não quiser alguma dessas coisas garanto-te que ela te vai dizer claramente que não quer. Ela vai fazer-te perceber que não quer.

E aí páras. Não insistes.

Mas lembra-te: muitas vezes um “não” não quer dizer “pára para sempre”... quer dizer “ainda não...”.

Tens de aprender a perceber a forma como as coisas são ditas e o contexto em que são ditas. Mas a regra sólida é esta: se ela não quiser dar ou fazer pára imediatamente e não insistas. Continua a conversar com ela naturalmente, de uma forma descontraída e divertida.


4) “O que é que achas de mim até agora?”


Num encontro ou saída, isto é dar um tiro certeiro... no pé.

Gostar de estar com a mulher, ter compaixão por ela e estar a conversar e a divertir-se com ela é uma coisa...

Estar preocupado se ela gosta de ti ou não é outra completamente diferente.

Isso é uma mera busca por validação... é o ego a pregar rasteiras.

Como que se por acaso a mulher respondesse aos pulos e às cambalhotas “Estou a adorar!!”, os dois magicamente naquele momento se casassem...

Como se as coisas fossem acontecer sozinhas só porque ela disse que estava a gostar.

As coisas não acontecem sozinhas... és tu quem as tem de fazer acontecer de uma forma natural e autêntica.

Sair com uma mulher não tem nada a ver com obter a sua validação e ganhar umas medalhas e taças... tem a ver com criar uma ligação e interacção estimulante para os dois.

Tem a ver com estar no momento e divertir-se.

Porque quando um homem está com os seus amigos ele não lhes pergunta “O que é que estão a achar de mim até agora?”

Ele simplesmente está lá a ser ele próprio, a rir-se, a interagir e a divertir-se: porque está descontraído. E está descontraído porque não está dentro da cabeça a pensar se estão a gostar dele ou não.


5) “Sou o teu tipo de homem?”

Ou seja “Achas que tenho alguma hipótese de ter intimidade contigo? Achas que tenho alguma hipótese de obter a tua validação (porque o meu ego precisa desesperadamente) e de obter um beijo teu? Achas que tenho alguma hipótese de ser pegado ao colo por ti e de ser levado para o quarto?”

Bem, eu... acho que não.

Pelo menos com uma pergunta destas não.

Querer saber se se encaixa nas preferências da mulher não é algo que seja lá muito selectivo...

Logo nunca vai trazer resultados positivos a longo prazo.


6) “Como é que está a ir o encontro?

7) “O que é que achas, sentes uma ligação?”

Tanto o 6 como o 7 projectam a mesma coisa:

Preocupação em obter validação, em ouvir um “sim”, em ver uma demonstração de interesse da parte da mulher, etc.

Como se atracção tivesse alguma coisa a ver com conclusões lógicas da parte da mulher, ou a ver com a mulher a liderar e a fazer as coisas acontecer depois do homem lhe fazer uma destas perguntas e de ela se ter magicamente apercebido de que a resposta é sim.

Conceito nº1

O importante e o que vos vai ajudar, não é procurar descobrir se ela quer algo ou não, o que ela acha ou se está interessada em vocês ou não.

É tu descobrires se TU queres algo ou não, o que TU achas e se TU estás interessado ou não.

Conceito nº2

Não percas tempo nem energia em busca da validação dela ou a ficar à espera que seja ela a tomar a iniciativa e a fazer as coisas acontecer...

Sê selectivo e lidera, sempre. Ela vai adorar, não só pelas emoções positivas que irá sentir, mas também porque quase nenhum homem faz isso.

Conceito nº3

Elimina a mentalidade de que tens de merecer o que queres de uma mulher... e que ela tem de verbalizar que o mereces. Uma coisa é ser educado e respeitar as mulheres, outra coisa é sentires que não tens valor ou que tens menos valor que ela.

Tu tens sempre valor. Todos nós temos exactamente o mesmo valor porque todos nós somos o mesmo animal: um ser humano.

E o ser humano é um animal poderoso capaz de criar e de alcançar coisas fantásticas e incríveis.