Ora bem...eu tenho uma questão!!! Importante!!!
Onde é que andam os nossos Homens do blog ou se preferirem os Homens do nosso blog???
Beijinhos aos buquados!!!
Homens....
Publicada por Eye Shadow à(s) quarta-feira, junho 11, 2008 3 deixaram Buquados
Epá qual não é o meu espanto qnd chego a este blog e parece a 3ªGuerra Mundial, afinal começou e ninguém me avisou, eu bem que achava estranho toda aquela panoplia de equipamento militar a circular em viana não tinha a certeza pra que é que era, mas agora já sei... mas pronto a vida é uma caixinha de surpresas e já que falo em surpresas eis um videozinho que ilustra bem a minha reacção face ao que se tem aqui escrito... lol enjoy
Publicada por The Fine à(s) quarta-feira, junho 11, 2008 1 deixaram Buquados
A ver que estoy ejercitando mi castellano ;)
Publicada por Soniba à(s) segunda-feira, junho 09, 2008 3 deixaram Buquados
Pedras no caminho?
Partilho um dos muitos poemas de Fernando Pessoa que adoro!
Beijos aos buquados :P
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manha pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa
Publicada por Soniba à(s) segunda-feira, junho 09, 2008 0 deixaram Buquados
Esclarecimento
ELIXIR (n. masc.). Derivado do grego KSÊRION (medicamento de pólvora seca), através do árabe AL-IKSĪR (pedra filosofal dos antigos), deu em francês a forma ESLISSIR (séc. XIV), mais tarde fixada em ÉLIXIR (1676) (preparado medicinal), que se pronunciava, como hoje, [eliksir].
A forma portuguesa ELIXIR segue na grafia a forma francesa, sendo no entanto a sua pronúncia objecto de algumas confusões pelo facto de o grafema x poder representar 5 sons diferentes, apesar de em latim e grego valer sempre por [ks]:
[s] próximo < latim PROXIMU- [próksimu] (o que está mais perto)
[z] exame < latim EXAMEN [eksámen] (verificação)
x = [?] enxame < latim EXAMEN [eksámen] (grupo de abelhas)
[ks] oxítono < grego ÓKSÚTONOS (som agudo)
[gz] hexâmetro < grego HEKSAMÉTROS (medida de seis pés)
Estes resultados diferentes devem-se a causas diferentes: o contexto (o x em posição medial em latim tanto deu – ss –, DIXIT > disse, como – x –, COXAM > coxa); a via pela qual cada palavra entrou no Português (nas palavras eruditas, o x é pronunciado [s], como em próximo, mas também [z], exame); a época em que entrou, seguindo a realidade mais frequente na época; se vieram directamente do latim ou do grego, ou indirectamente através do árabe; ou se deram origem a palavras com significados diferentes, de que exame e enxame, que derivam do mesmo étimo latino – EXAMEN –, são um bom exemplo: temos aqui uma diferenciação gráfica e fonética, justificada exclusivamente pela diferenciação semântica; a partir do momento em que a mesma palavra (examen) passa a ter dois significados diferentes (avaliação e grupo de abelhas), adquire formas diferentes (exame e enxame), para evitar a homografia.
A palavra ELIXIR, com esta forma, entrou no Português já tardiamente, emprestada do francês, com a pronúncia [eliksir]. No entanto, como encontrou a já referida diversidade fonética representada pelo grafema x, tendeu a ser pronunciada igualmente com esta diversidade, [elissir] (como no francês antigo), [eliςir], e [eliksir], tendo sido todas estas formas, de alguma maneira, aceites pelo sistema linguístico, embora sem que fossem dadas justificações sólidas.
O facto de se tratar de uma palavra de pouco uso, nenhuma das suas formas fonéticas poderá ser considerada popular, no sentido de ser considerada como “consagrada pelo uso”. No entanto, de entre as três formas fonéticas, aquela que deverá merecer mais aceitação será a única que melhor conserva a memória etimológica: [eliksir], onde se encontra o som [ks], que se manteve inalterado nos três grandes momentos históricos da palavra: no étimo grego KSÊRION, na forma árabe AL-IKSĪR, e na forma francesa ÉLIXIR [ks], de onde derivou directamente a forma portuguesa.
LUIZ FAGUNDES DUARTE
- Licenciado em Filologia Românica
- Mestre em Linguística Portuguesa Histórica
- Doutor em Linguística Portuguesa (Filologia)
- Professor Agregado (Linguística Histórica)
- Professor Associado (História da Língua Portuguesa)
- Consultor do Ciberdúvidas da Língua Portuguesa (no início do projecto)
- Um dos responsáveis pelo projecto, em execução, Dicionário Crítico-Etimológico da Língua Portuguesa.
Ou seja: tantos anos e eu estava errado...
NO MELHOR PANO CAI A NÓDOA...
BUUUUUUÁAAAAAAAAAAAA...
Publicada por Nuno J. Loureiro à(s) domingo, junho 08, 2008 2 deixaram Buquados
Eis a evolução dos tempos...
E recordando para esta semana, uma música que gosto muito e gostaria de partilhar com os meus "buquados". É José Gonzalez e o seu fantástico "Heartbeats". Serviu de musica para os spots de televisão da Sony Bravia. Adoro esta música, é uma das minhas favoritas.
E faz pensar...
Beijinhos e abraços!!!
Publicada por Nuno J. Loureiro à(s) domingo, junho 08, 2008 1 deixaram Buquados





