E depois do TALVEZ ... "Não, nenhum!" ;P

Ora tudo tem uma explicação :P
Não, Nenhum... Soa! É forte! Fica-nos no Ouvido! E temos testemunha!
Ora, uma vez mais seguimos, vimos e admiramos o trabalho do nosso "buquado" vedeta :P, desta vez no centro Cultural deVila Flor em Guimarães.

E fez-se assim consumado, o primeiro dia de estreia , de um acto cultural de maior rigor artístico e que orgulha, uma vez mais, os nossos "buquados"... A peça "Tragédia: Uma Tragédia".

A noite seguiu-se muito agradável e com muita "surpresa" à mistura!
Loureiro Pá, nós também gostamos de ti! ;D
Tu sabes...

O que pudemos apurar da peça segue em baixo, esta é a reportagem possível das repórteres "destaquadas" para o local : Soniba e Milka ;)


"Tragédia: uma Tragédia "

Quarta, 18 a Sábado, 21 de Junho – 22h00


Domingo, 22 de Junho – 17h00

Quinta, 26 a Sábado, 28 de Junho – 22h00


Teatro Oficina

Pequeno Auditório

Preço:€7,50






ESTREIA DA NOVA PRODUÇÃO DO TEATRO OFICINA

O sol apagou-se. O mundo está às escuras. Uma equipa de jornalistas faz a reportagem: alguém deixou os aspersores da relva ligados; o cavalo de alguém perdeu-se; há conchas pela relva e cães a correr. As comunicações do Governo apelam à calma. É noite em todo o mundo. Ninguém sabe se o sol vai nascer, outra vez. Mas existe uma testemunha, que vai falar.


“Tragédia: uma tragédia” é um texto que embora entrando furiosamente pelo mundo dos meios de comunicação, encontra a sua força na reflexão sobre a condição humana. É um texto que vai criando palavras novas, numa tentativa do abismo verbal que nos explique este mundo onde vivemos e que é forçoso representar para tentar entendê-lo. Will Eno é actualmente um dos autores mais representados em Nova Iorque. Aclamado pela crítica, foi considerado pelo New York Times “o Samuel Beckett da geração Jon Stewart”.


Tradução: Marcos Barbosa
Encenação: Marcos Barbosa

Com: Diana Sá, Emílio Gomes, Luciano Amarelo, Nuno Loureiro e Tiago Barbosa
Cenário e figurinos: F. Ribeiro

Iluminação: Pedro Carvalho
Som e Música: Sérgio Delgado

Produção executiva: Teatro Oficina M/12

Beijinhos e abraços aos restantes buquados, não percam a peça! Está brilhante só que às escuras... ou TALVEZ não.
Reportagem Possível: Soniba & Milka

A ti ... Talvez.

"O talvez é vencido pela vontade que se tem, aliás, é o quadro onde se pinta a vontade, o querer de uma pessoa" N.C.
Grande definição! E eu que andava um "buquado" perdida com os meus Talvez ;) Obrigada! Fiquei exclarecida ;P
Talvez
"Talvez eu venha a envelhecer rápido demais.
Mas lutarei para que cada dia tenha valido a pena.
Talvez eu sofra inúmeras desilusões no decorrer de minha vida.
Mas farei que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrei.
Talvez eu não tenha forças para realizar todos os meus ideais.
Mas jamais irei me considerar um derrotado.
Talvez em algum instante eu sofra uma terrível queda.
Mas não ficarei por muito tempo olhando para o chão.
Talvez um dia o sol deixe de brilhar.
Mas então irei me banhar na chuva.
Talvez um dia eu sofra alguma injustiça.
Mas jamais irei assumir o papel de vítima.
Talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos.
Mas terei humildade para aceitar as mãos que se estenderão em minha direção.
Talvez numa dessas noites frias, eu derrame muitas lágrimas.
Mas não terei vergonha por esse gesto.
Talvez eu seja enganado inúmeras vezes.
Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece a minha confiança.
Talvez com o tempo eu perceba que cometi grandes erros.
Mas não desistirei de continuar trilhando meu caminho.
Talvez com o decorrer dos anos eu perca grandes amizades.
Mas irei aprender que aqueles que realmente são meus verdadeiros amigos nunca estarão perdidos.
Talvez algumas pessoas queiram o meu mal.
Mas irei continuar plantando a semente da fraternidade por onde passar.
Talvez eu fique triste ao concluir que não consigo seguir o ritmo da música.
Mas então, farei que a música siga o compasso dos meus passos.
Talvez eu nunca consiga enxergar um arco-íris.
Mas aprenderei a desenhar um, nem que seja dentro do meu coração.
Talvez hoje eu me sinta fraco.
Mas amanhã irei recomeçar, nem que seja de uma maneira diferente.
Talvez eu não aprenda todas as lições necessárias.
Mas terei a consciência que os verdadeiros ensinamentos já estão gravados em minha alma.
Talvez eu me deprima por não ser capaz de saber a letra daquela música.
Mas ficarei feliz com as outras capacidades que possuo.
Talvez eu não tenha motivos para grandes comemorações.
Mas não deixarei de me alegrar com as pequenas conquistas.
Talvez a vontade de abandonar tudo torne-se a minha companheira.
Mas ao invés de fugir, irei correr atrás do que almejo.
Talvez eu não seja exatamente quem gostaria de ser.
Mas passarei a admirar quem sou.
Porque no final saberei que, mesmo com incontáveis dúvidas, eu sou capaz de construir uma vida melhor.
E se ainda não me convenci disso, é porque como diz aquele ditado: “ainda não chegou o fim”Porque no final não haverá nenhum “talvez” e sim a certeza de que a minha vida valeu a pena e eu fiz o melhor que podia."
Aristóteles Onassis
E que todos nós possamos viver com os nossos "Talvez" ;P
Beijos aos Buquados e a 1 Buquado de mim (Tu, talvez...)